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Um fim – Thiago Amério

by em 07/06/2013

O fim nem sempre é o mesmo fim. Por mais que muitos iguais a mim tenham terminado como heróis da terra (porque moveram multidões) em overdose ou com AIDS de “viado”.

Não significa dizer que pra todos o fim é assim.

ciclo

ciclo

Até porque a vida é um ciclo e,

como tal,

não se fecha.

Ou seja, não se extingue,

prolonga-se eternidade afora.

E pela lei natural da colheita, o que se planta, mesmo em enfeite (com exibicionismo, orgulho, vaidade e egoísmo), se colhe. Prorrogando (ou não) nossa estadia. Não adianta cultivar encanto e querer o sucesso pelo sucesso. As atitudes das palavras que movem o homem de bem. Os frutos (das atitudes ou do já plantado) falam por ele, assim como, o modo com quem tratamos aqueles que não têm nenhum interesse (condicional) por nós. Como o filho trata o pai, a mãe, o irmão e vice-versa.  Não há hierarquia entre os homens, assim, a máscara social ( que cai entre os mais íntimos) é retirada, independentemente, do próximo que interagimos ou de sua posição familiar, social, econômica ou moral. Quer seja “poderoso”, quer seja “fraco”. Nossa verdadeira força está em domar nossas más inclinações. Não somos lineares ou perfeitos, mas podemos nos esforçar um pouco para podermos cobrar o mundo melhor que tanto queremos.

O prazer insaciável e constante dos prazeres (drogas ou sexo) não pode vencer o ‘Rock’ que não rola na dança que termina nas cadeiras vazias e podres. O Rock que Roll(a) de verdade é forte, não precisa ser dependente de artifícios efêmeros. É ele, por si – na transferência de energias – que contagia o resto (que vem com ele) só segrega se abusado.

Felicidade consumerista é diferente de felicidade incondicional. Portanto, basta agradecermos a chance de respirar, podendo ser nós mesmos, sem amarras, sem preconceitos, sem buscar em algo um momento de prazer vazio, rápido e passageiro. Quando focamos (só) nesse prazer, ficamos dependentes, não da felicidade, mas daquilo que se consome para alcançá-la. Daí, quando acaba-se, nada tem-se mais a buscar e a felicidade, óbvio, acaba.

Chega de fugas. Chega de máscaras.

Conheça a si mesmo e ande (pelas próprias pernas e forças). Segue o bem e vai. Quem tem a blindagem da boa ação, da boa vontade, do suor e da essência da fé, nada teme.

Os extremos causam doenças. Overdose de inconsciência ou de avidez. Assim, o equilíbrio é nossa balança principal. Pese, pense, reflita, critique, duvide e aja. Só não demore muito, porque, o tempo do fim, pode chegar. E a finalidade (da vida) no fim, por seu si próprio irá cobrar.

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