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Historieta do amor que alimentava VI – Thiago Amério

by em 10/05/2013

historieta

Hoje não dormi bem porque dormi pouco. Acordei quando não queria, porque, a necessidade do meu corpo era descansar mais. Não fui na janela… mas fui onde ela gosta de ser construída com dinheiro do petróleo. Não satisfeito (por já ter feito um bom papel) não dormi direito, apenas cochilei. Como, rotineiramente, não como no momento certo. Tudo estaria (quase) perfeito. Porque a sociedade alternativa começou bem, apesar de algumas saias confundirem poesia com amor com poesia pro amor. Como se paixão não precisasse de reciprocidade.
 
Não tive febre… mas meu corpo está cansado. A emoção foi forte e é grande. Teve gente que discutiu Carlos Gardel, teve gente da terra de longe que mostrou uma música do cigarro que não tinha de menta só tinha de canela… só canela. O Jack filho do Whisky aniversariou em grande estilo e graças a transversa com a guitarra conseguimos comer a pizza de calabresa com sabor de troféu (roubado).
 
As horas passam até que meio rápido, mas dá aquela sensação de tempo perdido. De coisas pra somar (imensuráveis) tardias. Vejo algumas fotos. Os fatos do presente demonstram o motivo de eu não almoçar sozinho hoje. O fato de viver é o presente. Se viver no reino da fantasia com alforria e poesia. Se viver na selva mundana da representação, prefiro a morte de fome.
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