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Historieta do amor que alimentava V – Thiago Amério

by em 09/05/2013

maçã mordida

Hoje acordei de madrugada porque cochilei sem ver e a ansiedade me dominou. Aquela festa da semana passada dizia que o “show está começando”. Mas o amor ainda padece e está longe de iniciar com tudo (além da virtualidade). Voltando a festividade, graças ao maior, nenhum amigo meu dançou em cima de um carro, embora algum “amigo” tenha ficado mais “rico” e eu mais “pobre”.

Pelo tempo mundano deveria está dormindo. Não ardo mais em febre. Acordei às 2:00, precisava beber, estava com sede. Não sentia fome porque já havia comido pizza (com a mão e maionese caseira). Sinto, portanto, fome e sede. Ainda quero ter a vontade de comer e beber relativizada, igual ao meu sono que está agora submisso porque amanhã é um grande dia. Provavelmente, não vou conseguir comer, beber ou dormir. Queremos ganhar o mundo através da cultura. Mas ainda me (nos) falta amor, paz e ternura.

Sempre fui uma pessoa que queria mais, mas não ficava motivado. Hoje, eu estou. Não sei exatamente os motivos. Queria ser do reino e ao mesmo tempo do mundo. Queria só esse amor pra me alimentar… mas pra isso a janela deve ser aberta com delicadeza, vontade e confiança. Quero acreditar que o mundo pode ser diferente e que uma pequena história de amor consegue me alimentar, me preencher e principalmente, me deixar feliz no viver. Mordo a maçã e durmo, só, de novo.

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