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Indiferença – uma Rute aí

by em 09/03/2012

Na vida, a gente tem que ver as coisas, sentir os sentimentos, descobrir, procurar. A gente tem que aprender. E só quando vemos, sentimos, descobrimos e procuramos… aprendemos. E daí virá nossa inspiração. Se a gente não vê o que acontece ao nosso redor, se somos indiferentes  aos sentimentos alheios (ou pior ainda: aos nossos próprios  sentimentos), se a gente não se motiva a descobrir, a procurar as  respostas ou o que for, não aprendemos. E assim, como alguma coisa  poderia mudar no próprio mundo? Sem isso, nós não temos em que nos  basear, porque não temos conhecimento. Mas a partir do momento em  que a gente abre os olhos para o mundo; que a gente ama, sente raiva;  que a gente procura e descobre as respostas para nossas tantas  perguntas, aprendemos um pouco mais do que é a vida. E então nos  inspiramos: nos inspiramos a mudá-la. Porque se depender do modo em que  as coisas se encontram, será difícil caminhar… Quando a indiferença toma lugar em uma pessoa, ela deixa de existir. Afinal, quem não  enxerga (o que acontece à sua volta), quem não ouve (o que o mundo  grita), quem não sente, quem não age, se não está em estado  vegetativo… está morto.

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